Para minha filha
O amor que me escolheu
Comecei pela Paolla. A canção traduz o dia vinte e nove de setembro em Florianópolis, o momento exato em que o mundo ao redor ficou mais leve e a maternidade se transformou em festa.
Mais do que uma homenagem, essa música nasceu para guardar um refúgio. É o lembrete diário de que ela é amada exatamente do jeito que é, sem precisar seguir padrões ou ser igual a ninguém. A letra também acolhe a saudade e eterniza o pai que, mesmo morando no céu, bate forte dentro do peito dela toda vez que os olhinhos se fecham. E fica a promessa de que, nos dias de desafio, a mamãe estará sempre do lado, de mãos dadas para a vida.
Paolla, você é amada, tão amada. Do jeitinho que você é, perfeita assim. Não precisa ser igual a ninguém.


